segunda-feira, 25 de novembro de 2013

" O sexo a todo vapor! "


O sexo hoje em dia não é segredo para ninguém, pode ser ainda para muitos um tabu, ou simplesmente algo tão banal que não se mede as consequências, no entanto o que boa parte das pessoas não sabe é importância que o sexo teve ao longo da história e como algo tão simples pode mudar as nossas vidas.

Existem histórias inacreditáveis ligadas a sexualidade e ao sexo, histórias que em grande maioria não constam nos manuais e que revelam como o sexo mudou o mundo. Desde a Roma Antiga, aos tempos modernos, o sexo aliado a guerra, devastou populações, alterou fronteiras, provocou repressão e concedeu liberdades.

Através de alguns exemplos ficaremos a saber mais sobre o assunto e poderemos de forma crítica e histórica ligar tais acontecimentos com toda a evolução dos médias e das sociedades envolvidas.

O exército mongol através do seu líder Gengis Khan espalhou o terror e ao mesmo tempo ADN, as suas técnicas de combate e a crueldade aplicada aos sobreviventes, por sua vez mulheres, tornou o Império Mongol o maior e mais contínuo da História.






A posição Americana em relação à sexualidade e ao sexo, assim como a da maior parte das nações é e era obviamente muito conservadora. Durante a I Guerra Mundial o governo Americano chegou a perseguir todas as mulheres suspeitas de possuir algum tipo de doença venérea ou de práticas de prostituição, chegando a criar leis para impedir o sexo e o contacto dos soldados com as "Meninas da Caridade".

Durante a Guerra Civil Americana, as mortes não se davam apenas fruto dos mosquetes, espadas e sabres. O sexo era uma grande ameaça as tropas, a falta de protecção deixava todo contingente a mercê das doenças venéreas. 

Antes de existir a Playboy ou a Maxim, existiam as Pin-Ups, que cobriam paredes, forravam as carteiras dos soldados e davam aos rapazes ânimo de que precisavam, para lutar. Durante a II Guerra Mundial, as pin-ups passaram a ser utilizadas nos aviões, chamavam-lhes "arte de nariz" e acabaram por contribuir na estratégia de guerra, uma vez que eram usadas para identificar os Aliados nos combates Aéreos.



O sexo  se transforma numa arma, quando na II Guerra Mundial a espia britânica Elizabeth Thorpe utiliza a sua beleza para obter informações de extrema importância para os Britânicos e os Aliados, que acabam por alcançam a vitória no "teatro" da guerra do Norte de África, graças a  Elizabeth. 

A opção sexual de cada um é até hoje um assunto que gera muita discussão, com o passar do tempo e a evolução dos média,  o conflito passou a tomar dimensões extremas ao ponto de se colocar em causa se pessoas que praticam sexo com pessoas do mesmo género, seriam capazes de combaterem ou poderiam participar das forças armadas nos EUA.