No passado fim-de-semana assisti no telejornal a uma notícia que me chamou a atenção, na notícia informava-se que:
"Cientistas norte-americanos acabam de desvendar um novo indício de que uma das luas de Júpiter, Europa, poderá dispor de condições ideais para a existência de vida depois de o telescópio Hubble, da NASA, ter observado colunas de vapor de água a "jorrar" da superfície gelada daquele satélite do gigante gasoso. Um comunicado da agência espacial dos EUA realça que investigações anteriores com outras origens tinham já indicado a existência de um oceano "escondido" sob a crosta congelada da lua Europa. Embora ainda não tenha sido possível confirmar esse facto, os especialistas, que apresentaram a novidade numa conferência sobre geofísica em São Francisco e publicaram, a semana passada, os resultados do estudo na revista científica Science Express, acreditam que a deteção recente do vapor de água aumenta as possibilidades de que tal oceano seja uma realidade. A confirmar-se, Europa transformar-se-á na segunda lua do sistema solar conhecida a apresentar jactos de vapor de água, depois de, em 2005, a sonda Cassini ter observado o mesmo fenómeno na superfície de um dos satélites de Saturno, Enceladus. "Se estas colunas de água estiverem ligadas ao oceano que acreditamos existir sob a crosta desta lua de Júpiter, tal significará que as investigações futuras poderão incidir diretamente sobre a constituição química de Europa e o ambiente potencialmente habitável que esta constitui sem ter de 'escavar' através de camadas e camadas de gelo, o que é tremendamente excitante", realça o investigador. Para John Grunsfelt, astronauta e administrador associado para a ciência da Nasa, se for confirmada, "esta observação volta a mostrar o poder de exploraçao do telescópio Hubble e abre um novo capítulo na procura de outros mundos potencialmente habitáveis no nosso sistema solar"." "De longe, a explicação mais simples para a presençado vapor é que este seja ejetado a partir de colunas de água na superfície de Europa", explica Lorenz Roth, do Southwest Research Institute, principal autor do estudo, em comunicado.
Demonstra-se assim que o avanço tecnológico que tem vindo a ser cada vez mais rápido, não tem apenas aspectos negativos, o acesso a esta informação torna-se fácil para qualquer pessoa no mundo, tendo assim os media uma função de cultivar as massas, função esta que é na minha opinião de extrema importância em tempos menos bons a nivel económico. É importante trazer boas notícias, para que a população tenha aquilo a que se pode chamar "uma lufada de ar fresco", e tenha para variar uma boa novidade.
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