domingo, 22 de dezembro de 2013

Quadra consumista


Com o passar dos anos, vemos aqui e ali o aparecimento de novas figuras natalícias, que não têm mais do que o objectivo de satisfazer os objectivos de puro marketing, e com isso o aumento das vendas de diversas empresas.

Dois bons exemplos destas figuras são: a Leopoldina, já mais antiga; e a um pouco mais recente Popota. Estes dois casos em expecífico, que têm um público alvo claramente definido (as crianças), que certamente contribui em muito para o aumento dos lucros destas empresas nesta altura do ano. No entanto, é com grande ajuda dos meios de comunicação que a promoção de toda esta bonecada natalícia se faz, através de diversos anúncios por tudo o q é veíclo de comunicação. Estes meios de comunicação também aproveitam e muito esta época certamente, pois como se trata de uma altura do ano de muita concorrencia, a nível de estabelecimentos comerciais, a publicidade deve certamente elevar de preço.

Bonecadas à parte, o consumismo puro que se faz sentir nesta altura também se verifica em muitos outros aspectos. Sendo o natal uma comemoração de origem religiosa, é observável que muita gente que apesar de não partilhar de qualquer tipo de crenças em dividades, comemora esta quadra com grande fervor, alimentando também o consumismo com todas as compras e mais algumas que são feitas nos centros comerciais. Existem até pessoas que chegam ao ponto de cotratar créditos para esta altura do ano, gastando o que têm e não têm para uma comemoração passageira.


Trata-se da realidade em que vivemos e dificilmente irá alterar-se, pelo menos com facilidade, muito devido aos média, que cada vez mais inpulsionam e impelem as pessoas a esta forma de vida.