Com o passar dos anos, vemos aqui e ali o
aparecimento de novas figuras natalícias, que não têm mais do que o objectivo
de satisfazer os objectivos de puro marketing, e com isso o aumento das vendas
de diversas empresas.
Dois bons exemplos destas figuras são: a
Leopoldina, já mais antiga; e a um pouco mais recente Popota. Estes dois casos
em expecífico, que têm um público alvo claramente definido (as crianças), que
certamente contribui em muito para o aumento dos lucros destas empresas nesta
altura do ano. No entanto, é com grande ajuda dos meios de comunicação que a
promoção de toda esta bonecada natalícia se faz, através de diversos anúncios
por tudo o q é veíclo de comunicação. Estes meios de comunicação também
aproveitam e muito esta época certamente, pois como se trata de uma altura do
ano de muita concorrencia, a nível de estabelecimentos comerciais, a
publicidade deve certamente elevar de preço.
Bonecadas à parte, o consumismo puro que se faz
sentir nesta altura também se verifica em muitos outros aspectos. Sendo o natal
uma comemoração de origem religiosa, é observável que muita gente que apesar de
não partilhar de qualquer tipo de crenças em dividades, comemora esta quadra
com grande fervor, alimentando também o consumismo com todas as compras e mais
algumas que são feitas nos centros comerciais. Existem até pessoas que chegam
ao ponto de cotratar créditos para esta altura do ano, gastando o que têm e não
têm para uma comemoração passageira.
Trata-se da realidade em que vivemos e dificilmente
irá alterar-se, pelo menos com facilidade, muito devido aos média, que cada vez
mais inpulsionam e impelem as pessoas a esta forma de vida.